Jornalista Claydson Motta rebate acusações de Franco Baldo, esposo da Prefeita de Prado ao divulgar FAKE NEWS

Após tentar censurar o Portal de notícias “Prado Notícia“, o empresário e esposo da atual prefeita do Prado, Franco Baldo Salles, entrou com uma ação criminal contra o diretor do referido site, Srº Claydson Motta Silva, no último dia 20 de maio.

De acordo com informações do diretor Cladyson Motta, a queixa-crime se refere a comentários que se propagaram em grupos de whatsapp. De acordo com a declaração, no dia 16/05/2020, por volta das 18:00 hs, o marido da prefeita teria tomado conhecimento de que Claydson Motta estava fazendo comentários na barreira situada na Ponte da Rodovia Prado/Alcobaça.

Comprovante do “BO” Boletim de Ocorrência da Delegacia de Prado.

Em uma entrevista EXCLUSIVA ao Portal de Notícias Itamaraju Urgente, Claydson Motta relatou, que nunca esteve nessa barreira no dia 16/05/2020, e muito menos no horário mencionado pelo esposo da prefeita. “É mentira! Nunca estive nessa barreira da ponte ainda mais nesse horário mencionado por ele. Sou diretor do site Prado Notícia e trabalho numa Gráfica aqui mesmo da cidade. Eu entro as 8:00 hs da manhã, saio às 12:00 hs, faço meu horário de almoço, retorno as 14:00 hs, e encerro meu expediente às 18:00 hs. E algumas vezes saímos até um pouco mais tarde. É de rotina todos os dias, eu sair do trabalho e ir à casa da minha mãe, para vê-la, e ainda passo no bairro São Sebastião para buscar a minha sogra”, relatou.

“A única vez que estive numa barreira foi no dia 15/05/2020, quando os moradores e alguns funcionários da prefeitura montaram uma barreira (informativa) próximo a minha casa e na entrada da cidade, sentido a Itamaraju. Por ser cerca de uns 50 metros de distância da minha residência, e ser morador do Prado, resolvi comparecer, até mesmo porque existia uma mobilização na cidade para que os moradores colaborassem. Inclusive nesse dia, cheguei com a minha sogra em casa, tomei banho, e estive na barreira as 19:31 hs, tenho como comprovar isso. Me sentir na obrigação de dar apoio aos moradores que ali estavam. Não proibi nenhum carro, não conversei com nenhum motorista, até porque, não era a minha obrigação. Quando os carros chegavam as pessoas que estavam à frente, paravam os veículos e faziam a orientação. Mas proibir? Eu estava lá e não vi proibindo ninguém de entrar na cidade”, disse Cladyson.

Essa pessoa no qual eu tinha comentado, falou que iria tirar a dúvida, e decidiu ligar para o Zé Zuada, funcionário responsável pela empresa de lixo na cidade. Ao atender teria passado o telefone para o Franco, e o mesmo teria dito, que era para liberar o acesso pois trabalha para ele, e os mesmos, já tinham cumprido o processo de isolamento e estavam curados.”, contou Claydson Motta.

Ainda com base nas informações, “Por volta das 21:00 hs, apareceu um senhor com o nome de Valqueres, ele chegou num carro Amarok, cor cinza escuro, veio sentido Itamaraju/Prado, e estava com uma jovem ao lado. O professor de Capoeira Mestre Arcanjo, foi em direção desse senhor e explicou o que estava ocorrendo e o motivo daquela barreira que foi montada”. De acordo com Arcanjo, Valqueres afirmou que ele estava vindo para a cidade realizar alguns pagamentos, ele alegou prestar serviços para o Franco Baldo, iria passar numa fazenda, e depois retornaria para Itamaraju. “Foi quando eu comentei para uma pessoa, que já tinha ouvido um nome igual (Valqueres), e que tinha constado positivo para o Covid-19 em Itamaraju.

É o que comprova a gravação do áudio.

A reportagem vinculada nos veículos de comunicação do Prado, que tem como proprietários, funcionários da prefeitura nos cargos de ASSESSORES DE GABINETE E OUTRO É ASSESSOR DA CÂMARA MUNICIPAL DE PRADO, como consta na folha de pagamento do município, mentiram ao afirmar que Claydson Motta estava na barreira sanitária localizada na Ponte sentido Prado / Alcobaça, no dia 16/05/2020.

“Se esse rapaz esteve novamente no dia 16/05 vindo de Alcobaça para o Prado, como costa na declaração dada por Franco Baldo, ele mentiu. Porque eu nunca estive nessa barreira sanitária na data e no horário dito por ele. Eu não sei se o esposo da Prefeita chegou a ir nessas barreiras sanitárias, se ele se preocupou em algum momento de ajudar a população Pradense, se fez algo para impedir que o nosso município não corresse o risco de uma contaminação comunitária”, relatou.

“Prado teve 6 casos confirmados de COVID-19, os moradores estavam apreensivos, estavam realizando festas na cidade aglomerando pessoas, o que está proibido devido ao decreto da prefeita, recentemente. As pessoas estavam andando nas ruas com medo, medo de uma contaminação que vem matando milhares de pessoas no Brasil. O esposo da prefeita deveria se preocupar em ajudar a gestora fazer o município caminhar para frente, o que mais ouvimos é que, a cidade está jogada. Deveriam se preocupar mais com a cidade do que registrar um Boletim de Ocorrência e nos prejudicar”. Prado tem muito mais coisas a se preocupar do que ficar procurando picuinhas, ainda mais num momento da maior crise sanitária do país.” finalizou.

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